sábado, 2 de maio de 2026

Solitude: o silêncio que acolhe

 

Há momentos na vida em que estar só não é ausência — é encontro.

Aprendi que existe uma diferença delicada entre solidão e solitude.
A solidão pesa, aperta o peito, faz falta.
Mas a solitude… essa é leve. É escolha. É abrigo.

É nesse silêncio que a gente se escuta.
Que as memórias chegam com mais nitidez.
Que os sentimentos encontram espaço para existir sem pressa.

Foi muitas vezes nesses momentos de solitude que revisitei a minha própria história…
E foi dali que nasceram páginas inteiras de lembranças, afetos e descobertas.

Porque, no fundo, estar só também pode ser uma forma de se reencontrar.

Se você gosta de histórias que falam à alma, te convido a conhecer meu livro:
“Estrelas no Céu da Memória — Entre lembranças, sonhos e afetos: a história que me fez ser eu.”

Uma obra escrita com o coração, onde cada página carrega um pouco da vida, do tempo e das emoções que nos constroem.

Garanta seu exemplar: Estrelas No Céu da Memória, por Vanice Ferraz - Clube de Autores


Talvez, em algum trecho, você também se encontre.

domingo, 26 de abril de 2026

A segunda edição de Estrelas no Céu da Memória será lançada em maio

 É com emoção e gratidão que compartilho uma notícia muito especial: a segunda edição do meu livro Estrelas no Céu da Memória será lançada agora em maio.

Quando a primeira edição nasceu, ela levou comigo muitas das lembranças que, naquele momento, pulsavam com mais força em meu coração. Mas a memória, assim como a vida, nunca se encerra de uma vez. Depois que o livro encontrou seus leitores, outras recordações vieram à tona, outros episódios pediram passagem, outras emoções desejaram ser acolhidas em palavras.

Foi assim que nasceu esta segunda edição revista e ampliada.

Nela, volto às minhas raízes com ainda mais delicadeza, revisitando cenas da infância, da juventude, da vida adulta e da maturidade. São páginas escritas com verdade, afeto e sensibilidade, reunindo lembranças que ajudaram a formar quem sou. Mais do que relatar fatos, este livro procura guardar sentimentos, registrar laços e transformar memórias em permanência.

Esta nova edição chega mais completa, mais amadurecida e ainda mais fiel ao propósito que sempre me guiou: deixar para minhas filhas, meus netos e futuras gerações um testemunho de vida, amor, coragem e esperança.

Em breve, compartilharei mais informações sobre o lançamento.

Até lá, deixo aqui meu coração em forma de livro — e a alegria de saber que, mais uma vez, as estrelas da memória voltarão a brilhar.

Com carinho,
Vanice Ferraz

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Quando a memória pede mais páginas

 Há histórias que não se encerram quando o livro se fecha.

Quando publiquei a primeira edição de Estrelas no Céu da Memória, imaginei ter reunido ali tudo o que meu coração desejava contar. Mas o tempo, com sua delicadeza silenciosa, mostrou que a memória é viva — e que algumas lembranças apenas aguardam o momento certo para florescer.

Foi assim que, pouco a pouco, novas páginas nasceram. Recordações que voltaram com mais clareza, sentimentos que amadureceram, detalhes que pediram espaço. Não como correção do que já foi dito, mas como continuidade de uma história que ainda pulsa.

Hoje, me preparo para lançar a segunda edição — revista, ampliada e ainda mais próxima daquilo que sou.

Mais do que um livro, esta obra é um encontro: comigo mesma, com o passado que me formou e com todos que, de alguma forma, caminham ao meu lado.

Em breve, compartilho com vocês essa nova travessia.

Com carinho,
Vanice Ferraz 🌟


quinta-feira, 2 de abril de 2026

Minha História: Entre Desafios, Amor e Recomeços

 

A vida não se constrói apenas com grandes acontecimentos, mas, principalmente, com os pequenos momentos que, muitas vezes, passam despercebidos. É no silêncio das escolhas diárias, nas dificuldades enfrentadas e nas alegrias simples que nossa história ganha forma.

A minha não foi diferente.

Desde cedo, aprendi que a
vida exige coragem. Coragem para recomeçar, para seguir em frente mesmo quando o caminho parece incerto, e, sobretudo, coragem para acreditar que dias melhores sempre podem chegar.

Ao longo dos anos, vivi experiências que me transformaram profundamente: o amor, a maternidade, as perdas, as conquistas e os desafios que vieram junto com cada fase da vida. Ser mãe foi, sem dúvida, uma das maiores dádivas que recebi — e também uma das maiores responsabilidades. Cada filha trouxe consigo um novo aprendizado, uma nova forma de amar e enxergar o mundo.

A vida a dois também me ensinou muito. Aprendi que o amor verdadeiro não se sustenta apenas nos momentos bons, mas se fortalece, principalmente, nas dificuldades, nos ajustes e na construção diária de uma parceria baseada em respeito e dedicação.

Nem sempre foi fácil. Houve momentos de incerteza, de medo e até de dor. Mas, em cada um deles, encontrei forças — às vezes dentro de mim, outras vezes nas pessoas que caminharam ao meu lado.

Hoje, ao olhar para trás, vejo uma trajetória marcada não pela perfeição, mas pela persistência. Uma história feita de tentativas, aprendizados e, acima de tudo, de amor.

Escrevo este blog como uma forma de compartilhar um pouco dessa caminhada. Talvez, em algum trecho da minha história, você se reconheça. Talvez minhas palavras possam te acolher, te inspirar ou, simplesmente, te lembrar de que você não está sozinho(a).

Porque, no fim das contas, todos nós estamos escrevendo nossa própria história — um dia de cada vez.


Por Vanice Ferraz

domingo, 29 de março de 2026

Estrelas no Céu da Memória: novas memórias para a segunda edição da autobiografia

 Há momentos em que a vida segue em silêncio, mas as memórias continuam falando.

Desde que comecei a compartilhar Estrelas no Céu da Memória, percebo que cada lembrança escrita encontra eco — dentro de mim e, de alguma forma, também no outro.

Escrever minha autobiografia não foi apenas revisitar o passado, mas compreender melhor os caminhos que me trouxeram até aqui. Cada página é um reencontro: com a menina que fui, com a jovem que sonhou, com a mulher que precisou ser forte mesmo quando tudo parecia incerto.

Há histórias que ainda vivem em mim, esperando o tempo certo de serem contadas. E talvez seja esse o verdadeiro sentido deste livro: não encerrar uma trajetória, mas manter viva a memória que me constrói todos os dias.

Estrelas no Céu da Memória continua sendo mais do que um relato — é um gesto de permanência, de afeto e de verdade.

E eu sigo escrevendo, porque algumas histórias não terminam quando são contadas… elas apenas começam a ser compreendidas.

Neste momento, estou revisando e acrescentando novos textos para a segunda edição da obra, que será lançada em breve — trazendo ainda mais memórias, reflexões e fragmentos da minha trajetória.

                                                                                                                                       



                                                                                                                        por Vanice Ferraz

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

As marcas que o tempo não apaga - memórias de uma vida vivida

 



Há histórias que não foram escritas para impressionar. Foram escritas para não serem esquecidas. Meu livro nasce desse lugar: da necessidade de registrar o que o tempo insiste em tentar apagar.

Não falo de grandes feitos. Falo de vivências. De escolhas feitas no silêncio. De perdas que ensinaram mais do que qualquer vitória. De momentos que deixaram marcas — algumas suaves, outras profundas — mas todas indeléveis.

Em minhas páginas, cada lembrança tem peso. A infância simples, as mudanças, as relações familiares, os afetos construídos e os rompimentos inevitáveis. Nada é romantizado. Tudo é vivido como foi: com intensidade, contradições e aprendizado.

Escrever esse livro foi um exercício de honestidade comigo mesma. Um retorno às origens para compreender quem me tornei. Não é apenas memória; é identidade. É o fio que liga passado, presente e consciência.

Este livro não conta apenas a minha história. Ele conversa com quem já precisou ser forte quando não queria, com quem teve de amadurecer cedo, com quem aprendeu que a vida não vem com manual — vem com cicatrizes.

Registrar tudo isso foi minha forma de dar sentido ao caminho percorrido. E dividir é uma forma de dizer: você não está só.


por Vanice Ferraz

domingo, 11 de janeiro de 2026

Quando a memória constrói uma casa


               Há lembranças que não se apagam.São histórias de vida que carregamos em nossos corações. Elas não ficam guardadas apenas na cabeça — ficam no corpo, no jeito de olhar, na forma de sentir o mundo. Quando escrevi minha autobiografia, percebi que não estava apenas contando fatos. Eu estava reconstruindo os lugares onde vivi por dentro.

Em um dos trechos do livro, escrevo:

“Antes mesmo de subirmos ao altar, já havíamos adquirido nossa casa — simples, mas carregada de sonhos, promessas e esperanças. Localizada em um bairro novo, na divisa de Volta Redonda com Barra do Piraí, aquele lar ainda inacabado parecia nos sussurrar: aqui construiremos nossa história, tijolo por tijolo, dia após dia.”

Essa casa não era apenas um endereço. Era o início de uma vida inteira. Cada parede levantada, cada porta instalada, cada detalhe improvisado carregava mais do que cimento e madeira — carregava o desejo de pertencimento, de estabilidade, de futuro.

Escrever sobre isso hoje é como voltar a caminhar por aqueles cômodos ainda vazios, cheios de planos. É perceber que, mesmo quando a vida nos leva por outros caminhos, algumas construções nunca desmoronam. Elas permanecem como um abrigo interno, um lugar onde a memória pode sempre repousar.

Meu livro nasceu desse impulso: não deixar que essas casas, essas pessoas e esses sentimentos desapareçam no silêncio. Registrar é uma forma de existir. Lembrar é uma forma de permanecer.

Se você também carrega dentro de si lugares que já não existem no mapa, mas ainda vivem na memória, talvez minhas páginas conversem com você.


                                                                                                                               por Vanice Ferraz

Solitude: o silêncio que acolhe

  Há momentos na vida em que estar só não é ausência — é encontro. Aprendi que existe uma diferença delicada entre solidão e solitude. A sol...