Há momentos em que a vida segue em silêncio, mas as memórias continuam falando.
Desde que comecei a compartilhar Estrelas no Céu da Memória, percebo que cada lembrança escrita encontra eco — dentro de mim e, de alguma forma, também no outro.
Escrever minha autobiografia não foi apenas revisitar o passado, mas compreender melhor os caminhos que me trouxeram até aqui. Cada página é um reencontro: com a menina que fui, com a jovem que sonhou, com a mulher que precisou ser forte mesmo quando tudo parecia incerto.
Há histórias que ainda vivem em mim, esperando o tempo certo de serem contadas. E talvez seja esse o verdadeiro sentido deste livro: não encerrar uma trajetória, mas manter viva a memória que me constrói todos os dias.
Estrelas no Céu da Memória continua sendo mais do que um relato — é um gesto de permanência, de afeto e de verdade.
E eu sigo escrevendo, porque algumas histórias não terminam quando são contadas… elas apenas começam a ser compreendidas.
Neste momento, estou revisando e acrescentando novos textos para a segunda edição da obra, que será lançada em breve — trazendo ainda mais memórias, reflexões e fragmentos da minha trajetória.
por Vanice Ferraz

Li o teu livro e vi o quanto é emocionante relembrar os tempos que ficaram para trás. Parabéns.
ResponderExcluir<3
ExcluirCada pagina livro é uma viagem às riquezas da memória dessa mulher guerreira que se reinventa a cada dia. Em cada página, Vanice nos pega pela mão e vai abrindo pequenas janelas da sua vida. É impossível parar de ler antes de terminar. Estou me preparando para ler o livro todo, página por página, outra vez
ResponderExcluirFico feliz por compartilhar minhas lembranças com pessoas especiais.
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