Há lembranças que não envelhecem.
Apenas aguardam o momento certo para voltar — e quando voltam, nos ensinam sobre quem fomos e sobre quem ainda somos.
Há lembranças que não envelhecem.
Apenas aguardam o momento certo para voltar — e quando voltam, nos ensinam sobre quem fomos e sobre quem ainda somos.
Este livro é para quem já olhou para a própria história e sentiu que ela merecia ser registrada.
Para quem carrega memórias fortes, para quem se emociona com verdades simples, para quem entende que cada vida tem um brilho único.
Se você é assim, talvez minhas páginas conversem com você.
Algumas imagens não precisam de explicação longa. Elas falam porque carregam história.
A página que compartilho hoje faz parte do livro Estrelas no Céu da Memória e traz um fragmento importante da minha infância: a casa onde cresci. Mais do que um espaço físico, ela foi cenário de descobertas, convivência e formação — um lugar onde a vida começou a se organizar em lembranças.
Escolhi trazer essa página para o blog porque a imagem e o texto se completam. A fotografia mostra o que o tempo preservou. O texto, o que o tempo não levou. Juntos, revelam como certos lugares continuam existindo dentro de nós, mesmo quando já não os habitamos.
Este post é um convite à leitura dessa memória — simples, íntima e fundadora — e à reflexão sobre as casas que também vivem dentro de cada um de nós.
Quando pegamos um livro, as histórias nele contidas nos fazem seguir com o autor, através de cada linha lida, pelos mesmos caminhos percorridos por ele.
Assim tenho constatado pelas mensagens de carinho que venho recebendo de alguns de meus leitores.
A idéia de todo autor é essa: trazer conosco os mais diversos sentimentos que quisemos passar através de nossas narrativas.
Algumas histórias não pedem para ser esquecidas.
Pedem para ser contadas.
Eu escrevi este livro porque certas memórias me acompanharam
por toda a vida — e finalmente encontrei a voz que elas mereciam.
“Estrelas no Céu da Memória” acaba de ganhar o mundo.
É a minha história, escrita com coragem, verdade e afeto.
Página por página, revisito a vida que me trouxe até aqui —
as luzes, as sombras, os silêncios e tudo o que me transformou.
Hoje, compartilho com vocês não apenas um livro, mas parte
de quem eu sou.”
Há lembranças que não envelhecem. Apenas aguardam o momento certo para voltar — e quando voltam, nos ensinam sobre quem fomos e sobre quem ...